terça-feira, 25 de setembro de 2012

Seduc promove mostra regional de mídias e tecnologias

O Objetivo do evento é valorizar e divulgar  projetos escolares que integram o uso das tecnologias e mídias, além de incentivar os professores a dinamizarem a utilização dos laboratórios de informática e telessalas nas escolas.
 
Segue abaixo a agenda das mostras e os locais em cada município:
 
27/09 (quinta-feira) - Ji-Paraná - auditório da Coordenação Regional de Educação;
 
28/09 (sexta-feira) - Alvorada do Oeste - auditório do CEEJA Euclides da Cunha e,
 
10/10 (quarta-feira) - Presidente Médici - Centro Cultural Pres. Médici. Horário: das 8h às 17h

Fonte: Decom
Publicado por: Rolnews.com.br em 24/09/2012 às 19:50:36
 

Governo de RO não repassa verbas para o Hospital do Câncer há 3 meses

Prestes a completar três meses de funcionamento, no dia 10 de outubro, o Hospital do Câncer de Barretos, em sua unidade em Porto Velho, atende em torno de 800 pacientes por mês e tem um gasto que gira em torno de R$ 1,5 milhão mensais. Os custos de manutenção da unidade são de responsabilidade do governo do estado, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Entretanto, o diretor-geral do Hospital do Câncer de Barretos, Henrique Prata, alega que o repasse da verba nunca foi feito nestes três meses de funcionamento, e que o hospital está sendo mantido através de empréstimos bancários.
Preocupado com o atraso e como isso se reflete no tratamento dos pacientes, o diretor-geral explica que para manter o padrão talvez seja necesária uma diminuição no atendimento. "Atendemos uma demanda alta aqui, mas caso esta situação permaneça, não temos outra alternativa a não ser diminuir o número de pacientes atendidos até encontrarmos outra solução viável ou novas parcerias com a iniciativa privada", afirma. De acordo com Henrique Prata, foi dado o prazo de mais um mês para a Sesau repassar o dinheiro referente aos três meses de manutenção da unidade.
"Quando o Hospital do Câncer se propôs a abrir uma unidade em Rondônia, pensando nos quase 1,5 mil pacientes do estado em tratamento que se deslocam para Barretos (SP), ficou estabelecida uma parceria entre a Fundação Pio XII e o governo do estado para ajudar nos custos. Entretanto, o governo não tem honrado com o acordo, e nós estamos tendo que pedir empréstimos bancários, pagando juros de 2% ao mês para pagamento de salários, medicamentos e manutenção", alega o diretor-geral, Henrique Prata.
O plano de trabalho do hospital, que discrimina os custos com pagamentos de funcionários, médicos, tratamento e remédios está previsto em R$ 2 milhões. "Este plano de trabalho já estava aprovado desde junho de 2011 pelo governo estadual que se comprometeu em repassar R$ 1,4 milhão. Mas mesmo assim não recebemos nenhuma verba. Pensávamos que haveria um comprometimento maior do governo em um assunto tão importante, mas não é isso que encontramos", ressalta Henrique.
Segundo Henrique, os problemas com verba do estado começaram desde o início da construção e reforma do hospital. Ele conta que a migração do capital para o investimento inicial foi recebido com seis meses de atraso. "Apesar dessa demora, o secretário da Sesau, nos garantiu que não era preciso se preocupar, que nunca faltaria dinheiro para as necessidades básicas, como o cumprimento do plano de trabalho. As consequências de uma atitude como essa pode prejudicar todos os pacientes que hoje dependem do Hospital do Câncer", diz Henrique.
Por causa deste atraso, o diretor também explica que o projeto de uma unidade móvel de triagem contra o câncer, em parceria com a empresa Avon, que iniciaria em novembro, está suspensa. "Não há possibilidade de trazer os gastos com mais um operacional agora. Enquanto este problema não for resolvido, o projeto ficará suspenso", afirma.
Procurada, a Secretaria Estadual de Saúde não retornou as ligações.
 
Fonte: G1 Notícias
Publicado por: Rolnews.com.br em 24/09/2012 às 17:59:00

A Eletrobras Distribuição Rondônia continua em 2012 sendo reconhecida como Empresa Amiga da Criança

                                        
A Eletrobras Distribuição Rondônia recebe, novamente, da “FUNDAÇÃO ABRINQ”, o reconhecimento como “Empresa Amiga da Criança”, por ter assumido compromissos pela infância e adolescência ao desenvolver projetos sociais destinados ao público infantil e adolescente.

O certificado e o direito de utilização do selo nos documentos da empresa confirmam o compromisso da Eletrobras com as causas sociais, por meio dos projetos desenvolvidos pelas áreas de Sustentabilidade, Comunicação Social, Eficiência Energética e Gestão de Pessoas. Citamos alguns destes:

REVOADA DE PIPAS - Atividade realizada na comunidade com o objetivo de conscientização e prevenção quanto aos riscos de acidentes ao soltar pipas próximo às redes elétricas e ao uso indevido do cerol. É  uma campanha para toda a família, onde crianças, adolescentes e adultos participam. Esta ação é realizada uma vez ao ano geralmente no período das férias escolares, durante o verão. Em 2012, a ação ocorreu nos municípios de Cacoal, Ji-Paraná e Ariquemes.

PROJETO LER: UM BOM COMEÇO - Teve inicio em agosto de 2011, por meio de ações interdisciplinares, distribuição de Kits Multimídia e orientação dos alunos quanto ao consumo consciente e seguro da energia elétrica, também abordando a questão ambiental e de cidadania. A ação é orientada por professores coordenadores que trabalham, junto às crianças, a reescrita de textos da literatura clássica de renomados autores. O projeto contemplou 1.189 alunos, entre 7 e 8 anos de idade, da escola Cristo Rei, no município de Vilhena/RO.

O PROJETO CANÇÃO@ENERGIA.ESCOLA - Aumentou sua abrangência em 2011, oportunizando a construção da cidadania por meio do ensino e das práticas ligadas à música na escola, contribuindo assim para o desenvolvimento pessoal, cognitivo e do pensamento crítico do educando.

O projeto, que também distribuiu KIT Multimídia com informações de consumo eficiente e utilização segura de energia elétrica, atendeu aos alunos da escola Rural da Linha Progresso, da cidade de Porto Velho/RO. A escola também recebeu, dos empregados da Eletrobras, doações de livros, brinquedos, computadores, estantes, ar-condicionado, entre outros equipamentos.

PROJETO KIT MULTIMÍDIA
O projeto Kit Multimídia, de inclusão digital e conscientização sobre o uso correto da energia elétrica, é um projeto inserido juntamente com o Canção@Energia.Escola e o projeto Ler: Um bom começo.

Eu fui mais forte que o câncer.


Imaginando que eu estava grávida, aliás, com sintomas de gravidez, comecei por um processo intenso entre exames e visitas as lojas para comprar roupinhas de bebê e brinquedos, pois enfim meu sonho se tornara realidade eu ia ser mãe, mas aprendi que nem tudo seria como eu planejara esse querer não dependia exclusivamente de mim, existiam outros planos, outros caminhos que eu deveria percorrer para chegar onde deveria estar.  Enfim um sonho interrompido quando em uma ultrassonografia descobri que não havia bebê e que na verdade eu estava com câncer. Mas eu só tinha vinte e quatro anos, novinha assim e com um fardo deste tamanho. Num misto de desespero, angústia e a sensação de sentir a morte a espreita, comecei a questionar o que eu poderia fazer para continuar viva.  Tudo muito obscuro como se fosse algo que pudesse acontecer com os outros menos comigo e se estava acontecendo comigo, por que eu? No primeiro momento apenas chorei e a sensação de que poderia morrer a qualquer momento continuava sem trégua.  Eu não estava preparada para morrer tinha ainda tanto por fazer, muito para conquistar e muitos sonhos e desejos para serem realizados. 
Mas, como não existe livre arbítrio para fazer ou não o tratamento, o processo terrível iniciou.  Cada sessão de quimioterapia era um martírio, tudo novidade, fiquei em pânico no início tinha vontade de sair correndo, assim como fazem as crianças quando vão tomar injeção, mas eu não tinha escolha era viver ou morrer.  Escolhi viver e assim começaram as torturas do processo da cura tão esperada, nos braços um soro com cálcio, outro com potássio e outro com medicamento contra o câncer, minha boca cheia de afta sangrava, principalmente na hora de comer, meus cabelos caíram, meus cílios, sobrancelhas e todos os outros pelos do corpo. Fiquei feia, inchada, pálida, sem vida.  Às vezes ficava internada trinta dias sem sair do hospital, o tratamento não estava respondendo, precisei fazer aplicação do medicamento na coluna, pensava, acho melhor morrer logo do que passar por essa agonia, o hospital tinha cheiro de holocausto era como se existisse uma  lista de Schindler e a qualquer momento a próxima  seria eu.  Via colegas que estavam internadas no mesmo hospital morrendo e eu a espera de ser a próxima a qualquer momento, por mais otimista que eu era em alguns momentos fraquejava, chorava e não me sentia mais forte e já não acreditava que Deus estava me amparando.
 E assim continuava minha saga várias vezes no hospital, muitas sessões de quimioterapia, na verdade, foram quarenta e oito sessões, muitos laboratórios, exame do líquor o qual é feito através de punção na região lombar da coluna e assim continuava dor e mais dor.
No entanto, aos poucos um fato importante aconteceu, uma transformação na minha vontade de viver, comecei enfrentar a doença de uma forma mais positiva, acreditava que iria ser curada não sofria muito apesar de tudo, apesar de que a medicação acarretava muito mais efeitos colaterais.  Comecei acreditar que a minha fé, a minha vontade de viver me curaria, que eu ainda poderia fazer tudo o que tinha vontade, que eu ainda tinha uma vida pela frente, que dias ensolarados e brilhantes eu poderia sentir.
 Dessa forma, finalmente fiz a última sessão de quimioterapia no final de 2000.   Confesso que demorou cinco anos para eu realmente me sentir curada.  Fiquei um longo tempo procurando respostas sobre as seqüelas que o tratamento havia deixado até hoje não as encontrei, pois as dores no corpo, na coluna  e nas pernas são constantes, é impossível esquecer o quão devastadora é a medicação, minha  imunidade é baixa, qualquer gripe poderia me deixar de cama  mas,  aprendi a conviver com a dor e me sentir viva de verdade todos os dias quando acordo agradeço a Deus por ter renascido e principalmente por ele ter me permitido continuar vivendo.  Pois meu viver é assim um dia de cada vez, sonhando, amando, vivendo e vivendo com muita alegria sempre.

Cléo Santana
Articuladora EAD – UIASSELVI